quarta-feira, 2 de outubro de 2019 0 Diz ai!

Depois de alguns cafés... já estamos em 2019

E o que eu acho disso tudo? Também não sei. E o que se passa? também não sei! Se voltarei a posar coisas, adivinha? Também não sei.
domingo, 31 de março de 2013 0 Diz ai!

Façamos!

Tem dias que sinto perder o chão, a oportunidade, aquele brilho bacana que os olhos tranquilos refletem, tem dias que nem me conheço mais, e por passar por tormentos assim, resolvi tomar pequenas medidas de conduta, a pior parte é que quase sempre caio em contradição, e depois de viver muitas coisas na vida, escapar sentimentos, vejo que não sou tão bacana assim, sou meio frio, meio chato, meio carente de amor, carinho, atenção e essa carga toda de sentimentos que para muitas pessoas não passa de balela. 
O caminho do amor é longo, hoje em dia nem sei se de fato amei alguém na vida, ou apenas me acostumei com a ideia de ter alguém íntimo para dividir intimidades, angustias e outros dilemas. Isso não quer dizer que eu esteja desejando ser um ser solitário, conheço-me bem para saber que preciso sim de outra pessoa para fazer minha felicidade acontecer. Adoro passar uns dias cuidando daquilo que me agrada, vendo o que é preciso ganhar mais atenção, melhorar e evoluir por etapas. 
Só que também percebi que não se pode amar sozinho, tem que ter interação das duas partes, a mesma carga de carinho, atenção ou quem sabe viver a eterna canção do Chico Buarque - Futuros Amantes, e poder filtrar todos os dias aquela carga de carinho. 
Estou magoado, cansado e já levantei a bandeira branca. Devo esperar meu coração tomar uma boa atitude, porque a vida dá voltas... e quem sabe em uma dessas voltas a gente se esbarre! 

domingo, 24 de março de 2013 0 Diz ai!

Clarice Lispector.

Dá-me a tua mão

Dá-me a tua mão: 
Vou agora te contar 
como entrei no inexpressivo 
que sempre foi a minha busca cega e secreta. 
De como entrei 
naquilo que existe entre o número um e o número dois, 
de como vi a linha de mistério e fogo, 
e que é linha sub-reptícia. 

Entre duas notas de música existe uma nota, 
entre dois fatos existe um fato, 
entre dois grãos de areia por mais juntos que estejam 
existe um intervalo de espaço, 
existe um sentir que é entre o sentir 
- nos interstícios da matéria primordial 
está a linha de mistério e fogo 
que é a respiração do mundo, 
e a respiração contínua do mundo 
é aquilo que ouvimos 
e chamamos de silêncio.
segunda-feira, 11 de março de 2013 0 Diz ai!

Passando para um café!

Oi estimados, alguns longos dias sem dar o ar da graça por aqui, porém cá estou, leve, feliz e com um HD recheado de coisas para ver, ouvir e compartilhar. Ausente como sempre, pensativo como nunca e super confiante em alguns projetos.
Li uma porção de blogs por esses dias que fiquei atoa, acabei escrevendo muita coisa pessoal, coisas que preciso revisar para ver o que está muito real ou aquilo que deixei a imaginação ou a emoção tomar conta. Achei muito importante esses dias que passei ausente. Foi necessário cada momento de solidão, raiva e pensamentos. Acabei encontrando traços da minha real personalidade, fiz fazer valer algumas frases que já li na vida, acabei recuperando aquela coisa do amor próprio que tinha esquecido guardada no armário e ao contrário do que pensei quando li a seguinte frase: - Não troco uma vida por uma noite de diversão! Fitei meus pensamentos nisso. Depois de um ocorrido e que foi muito bom ter vivenciado tudo aquilo, de um lado o amor, estabilidade, preocupações, reciprocidade, avanços que totalizam quase onze meses de namoro e do outro, uma cantada apelativa, aguçando desejos, outras vontades e bem antes de poder quem sabe fazer as vontades do corpo, acabei ouvindo aquele estalo que o coração proporciona, um aviso ao navegante, algo do tipo. Conclui que essa frase não é para qualquer pessoa usar, porém o momento não quer saber dos dias que você passou nutrindo um amor para só assim ganhar nome e forma. Tomei isso como uma pequena prova de fogo, por onde passei e divaguei essas ideias numa boa xícara de chá, sim, dispensei o café que tanto gosto, por algo natural e revigorante. E fiquei feliz nessas pequenas atitudes que ando tomando. 

E nesse meio tempo estive com ótimos amigos, comemorei meu aniversário, ganhei uma reuniãozinha surpresa, um carnaval maravilhoso, estabilidade na minha família e o amadurecimento nas atitudes que é o mais gratificante. Obrigado aos amigos blogueiros pelas felicitações, aos clientes e amigos que já solicitaram algum trabalho meu. Diga-se de passagem, foi um mês de superação e novidades. Quero deixar um desafio para vós: Façam metas de aproveitamento para o mês e metas pessoais para a semana. Depois podem contar que eu tenho café e tempo de sobra. Um beijo. 
terça-feira, 29 de janeiro de 2013 0 Diz ai!

Para alegrar o meu dia.




Sem sono, com café, com vontades, ideias, mágoas e uma porção de livros e revistas antigas ao lado, esperando uma folheada, quem sabe uma leitura completa, matar a saudade, rever pequenas anotações, lembrar de uma trajetória de vida, pessoas, lugares, sentimentos, amore, sim muitos amores. 



Acho que isso se deve a uma certa data muito importante para mim, gosto de fazer esse tipo de saudosismo, nada nostálgico, fico maravilhado ao ver meus escritos, saber que evolui aos poucos e que em meio a sofrimentos, lamentações, perdas e ganhos, soube como renovar minhas forças, trazer de volta minha alegria, filtrar aquilo que de melhor se pode, alegrando-me por me sentir um jovem rabugento, do tipo que nasceu no ano errado, acho que eu seria mais feliz vivenciando a juventude dos anos 70/80, pensei nisso pelas coisas que acabei lendo, mas Deus sabe bem o que faz, me fez assim tão do meu jeito. Gosto das minhas particularidades e alegro-me por isso. Muito importante amar-se primeiro. 



Esse texto de hoje, além de atualizar um pouco as coias por aqui, está servindo para quem sabe eu descarregar um pouco a mente, juro a vocês que estou vivendo um pouco a onda do desapego social, privando-me bem mais do que costume. Não falei que estou ficando rabugento! Mas isso é bom, muito bom mesmo. Notei que posso e devo fazer isso mais vezes, ler bem mais do que escrever. E isso remete felicidade, diminuir de peso, minimizar problemas, solucionar situações, sentir-se útil, é isso que me impulsiona. E o fato de quem sabe fazer a Hashtag #VOLTAMUNDOBLOGUEIRO!



E é isso amigos, leiam mais, compartilhem nossas ideias,as boas é claro, nem sempre estamos inspirados, nem sempre passamos o que a mente pensa! 
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013 0 Diz ai!

Riscos e suspiros!


"Eu sem você sou só desamor. Um barco sem mar, um campo sem flor. Tristeza que vai, tristeza que vem. Sem você, meu amor, eu não sou ninguém…" -
Vinícius de Moraes
Sentia-me assim por vezes, aquela necessidade gritante que me fez mudar aos poucos, tornar-me uma pessoa melhor, adquirir novos hábitos, conhecer suas amizades, identificar seu humor ou a falta dele, e aos poucos fui dando espaço para uma nova personalidade. Nunca usei como base a filosofia urbana das redes sociais, acho que fiz a junção de pensamentos, comportamentos, e odeio a modinha do maior abandonado, refletir sobre isso é uma coisa constante, mesmo que eu tenha mudado pacas, ainda resta em mim, aquela vontade de sentir-se seguro, mesmo que por inúmeras vezes senti a base forte que eu tanto queria, e na maioria das vezes, aquela inquietação,sensação de estar pisando em ovos, agradando e fazendo acontecendo, satisfazendo suas vontades. Eu que sou cheio de manias, acostumado a receber aos montes as doses de carinho, atenção e importância na vida de pessoas que amei, ou cheguei a sentir um afeto parecido, estar do outro lado da cadeira é desconfortante, saber que eu fiz isso com diversas pessoas é doloroso, uma mágoa sem reparos, quem sabe eu esteja colhendo tudo o que plantei, o inusitado disso é que vem tudo aos montes, num momento em que rompantes e barreiras não fazem o menos sentido, dialogar tudo isso é inviável, não funciona com duas pessoas que tem personalidade própria, nunca reclamei tanto,não sei, quem sabe seja a necessidade gritante de querer mudar minha vida radicalmente que esteja causando-me tudo isso, divago ideias, posturas, atitudes e ainda sou aquele bobo que parece ter quinze anos, sem saber de nada, sem perceber o que é certo ou errado, alheio as vontades, sobrevivendo de pequenos momentos, observando seus passos, deslizando nas ideias de que é uma fase e que estabilidade causa medo, não sei dos seus medos, sei dos meus, sei das renuncias que venho fazendo para manter a pose de bom menino, quando na verdade sempre tive maturidade e um orgulho próprio, em outros casos nossa dança já teria chegado ao fim tal como as outras danças.Isso é viver, aquela coisa de ter que matar um leão por dia, ou engolir sapos, que merda, já engoli muitos, diversos, de onde menos esperava e essa fase chaga ao fim, tal como no dia que decidi parar de fumar e mesmo que a necessidade de estar com um cigarro nos lábios fosse constante, tal como eu queria num intervalo de cinco ou dez minutos cada um, fui diminuindo aos poucos, quase parando! Farei o mesmo com essa carga descomunal de boas emoções, sim, farei, nem tudo que te agrada faz bem, nem tudo que é meramente bom me agrada. Usar da pouca inteligência que se tem faz parte, não somos donos da sabedoria, todos os dias algo acontece e aprendemos a conviver com isso. Por favor, tenho quase 27 e não me vejo um fracassado no amor, tampouco tenho a pretensão de sair por ai variando de camas e lugares, mas tem algo que me agrada que é cada dia poder amar-me um muito e ser feliz comigo, está nos meus planos, uma hora isso passa ou passamos, riscos e suspiros, é o que tem pra hoje! 
terça-feira, 15 de janeiro de 2013 0 Diz ai!

Documentário: Leve-me pra sair

Oi amigos, a madrugada tem dessas coisas, assistam, compartilhem, divulguem, abracem a causa, revejam conceitos, examinem as ideias e propague o quanto puder, sempre é necessário aprender com quem sofre o preconceito e respira todos os dias por igualdade, e sem falar no respeito que é a chave para tudo!




0 Diz ai!

Dê nome aos bois.

Essa semana fui bem grosso em algumas publicações em redes sociais, falavam tanto de amor, sua importância e suas feridas, semelhavam o amor de verdade, a essas paixões de início de ano, pessoas que conhecem pessoas e em duas semanas, já estão amando incondicionalmente, e sofrendo pelos quatro cantos do quarto, fazendo da melancolia sua companheira, e essas mesmas pessoas citavam os pensadores que tinha uma ideia refinada do amor, das paixões, das desilusões amorosas, pessoas maduras, de vivência no campo bem vasta e isso doeu bastante, essa coisa de diferença de idade não importa, de forma alguma, prefiro maturidade do que tolices diárias. E quão surpreendentes as pessoas são. Prestes a completar vinte e sete anos, não sei o que é o amor de fato, mas quem sabe eu esteja bem perto de viver e isso, ou esteja vivendo e quem sabe não colhi o necessário para notar isso. Antes que tudo, amor é maturidade. 

Sim, conheço casais que vivem juntos bem mais que dez anos, um casamento bacana, toda uma doação, toda uma entrega, filhos, cachorros, contas e toda bagagem que uma união trás e elas falam sobre isso, falam sobre o amor, sobre fidelidade, tolerância, compatibilidades. A juventude está entregue a promiscuidade, as aventuras semanais, as falsas promessas de um bom futuro, quem sabe seja esse um fato ímpar que faça com que as pessoas sofram tanto, se entreguem tanto e caiam de cara no chão. Passei por várias situações, não aprendi o suficiente para poder citar num manual as regras do amor, isso vai além das fórmulas que lemos em revistas, dos textos ou crônicas nos jornais, ás vezes as pessoas esquecem que somos humanos, cada um com suas particularidades, com suas metas de vida, com seus encantos e hoje em dia raramente você abre mão do que te satisfaz para satisfazer a vontade do outro. 

O que aprendi depois de sofrer e fazer sofrer um bocado, é que amor é uma luta diária contra os outros sentimentos, é um abraço apertado com a tolerância, é aquele beijo não tão molhado com a alegria, são cócegas nos pés, algo que te irrita, é inusitado, mas que te proporciona uma felicidade de minutos. E só percebi isso quando parei de não tentar na primeira briga, na primeira discordância  no primeiro dia ruim que eu tive que enfrentar, nas crises de ciumes e as vezes que desliguei o telefone bem antes de terminar uma única frase. Tudo bem que eu não são a melhor pessoa do mundo para namorar, não, tenho muitas rompantes, ideias formadas, uma mente que viaja e umas atitudes que irritam, isso me fez concluir que se hoje estou prestes a completar nove meses de namoro é sinal que você me compreende o necessário para saber que tudo isso faz parte da nossa maturidade em conjunto. 

E é isso que eu queria que outras pessoas vivenciassem, para só depois, bem depois, falar mal do amor, ou banalizar a palavra, não acho digno a mera semelhança de amor com paixão, nem mesmo aquele tipo de sentimento que não tem nome, nem forma, esses sentimentos que apenas existem, que eu geralmente chamo de afeto. 

Vamos melhorar esse quadro, doar-se mais ao nosso amor próprio, quem sabe só depois de você amar-se incondicionalmente você terá motivos para partilhar desse sentimento tão nobre e tão complexo!
domingo, 13 de janeiro de 2013 0 Diz ai!

Dido - No Freedom



Gosto de boas novidades, e essa então... #Enjoy!
terça-feira, 8 de janeiro de 2013 0 Diz ai!

Sobre meu Blog.

Zapeando em alguns blogs, acabei sentindo-me ofendido pelo rateio em meus textos, pela maneira franca que muitas vezes falo, pelos textos desconcertados que pouca gente compreende, meu jeito particular de dizer ao meu ego que algo pode melhorar, que tudo isso vai passar e que meu blog, apesar de ser aberto ao público não é o local que você vai encontrar auto-ajuda nem ao menos o bom e velho português certinho. Escrevo do meu jeito, vivo meus textos e ainda bem que existem pessoas que gostam do que eu falo, da maneira "oca" que apresento-me na maioria das vezes, o que não me torna menos nem maior que ninguém, tampouco comparo-me com algum pensador conceituado e essas formalidades que as pessoas não ligam, mas em determinado momento da vida, fazem questão de jogar na cara que eu sou um "projeto de blogueiro".

O que é um blogueiro afinal de contas? Nem adianta procurar no 'Google' nem sair fazendo perguntas no 'Yahoo respostas' já pararão pra ver a quantidade de blogs que existem quando você busca alguma coisa, milhões de pensamentos conectados e absurdamente eloquentes! Cada blog com suas particularidade e seu público alvo, ás vezes gosto de citar algum pensador do meu agrado, pegando carona em sua ideia, tentando dizer que apoio isso ou aquilo e não gosto de plagiar os consagrados imagine só os "anônimos" quando eu também sou um anônimo. 

Fiz esse texto apenas para não receber mais e-mails dizendo que eu estou fazendo a linha "linha do tempo" não, de forma alguma, até porque tem dias que  minha vida é tão interessante que deliciosamente não fico contando vantagem por ai, nem criando um texto para servir de apoio para crises alheias, quando faço isso dedico a alguém, tomo um bom café e não espero respostas, nem comentários e muito menos elogios no fim de semana. Meu Blog... Minha vida, minha linha de pensamentos e meu jeito particular de falar. Apenas isso.
sábado, 5 de janeiro de 2013 0 Diz ai!

Hoje triste... amanhã absurdamente feliz.

Dizem que a maturidade traz consigo grandes responsabilidades e em meio as situações que a vida manda, vejo-me envolto de uma total infantilidade, perdendo o controle da situação, agindo como um adolescente apaixonado, são coisas assim que me fazem pensar, bem mais do que eu penso. Ainda sou do tempo em que atitudes valem mais que mil palavras, mais que mil declarações de amor e tudo aquilo que está fora da margem do esperado. Esse é o fato que não suporto em mim, ter que esperar aquilo que nunca terei, dou tanta atenção que isso basta, só que tudo que eu faço, espero no mínimo algo em troca, nem que seja uma ligação inusitada pra saber como as coisas estão, mas ultimamente ocupações e ligações para sair são só o que eu ouço, estou naquele ponto em que meu pé já deu o primeiro passo, já estou ficando amargurado com todas as patadas involuntárias que recebo, vejo-me possessivo, algo que nunca fui, dedico-me para alguém que abusa da minha boa vontade e tripudia do meu amor, sim, amor, porque paixões são mais fáceis de descartar, meio grosso da minha parte falar assim, mas é a realidade, amor gruda no peito e toma conta de todos os outros sentimentos.

Ás vezes fico horas conversando com alguns amigos, aconselhando, tentando mudar um quadro, sempre com palavras certas, atitudes positivas e esqueço-me disso, poderia usar os "truques" que ensino, manejar melhor meu gado, mas não sei lhe dar com minhas emoções, não que isso seja péssimo, mas é desagradável perceber que o amor tomou conta de mim, muitas vezes sinto-me omisso a esse sentimento, fraco, sem forçar para desistir de sofrer, conto ás vezes ou quem sabe o dia que senti pela ultima vez aquela sintonia bacana, aquela sensação de ser desejado em todos os sentidos, isso dói, machuca, dor no coração não tem uma cura milagrosa, o sofrimento também dizem que nos faz amadurecer, meio doloroso passar por isso, mas aprendi algumas coisas.

Nunca diga que ama alguém sem ter ouvido isso primeiro, doação de mais é atenção de menos, o sentimento de posse dá assas ao descaso, a desvantagem de reciprocidade, surge com os dias e quando isso acontece, não é nada bom. 
Pondere o ciume, sim ciume não dá pra evitar, tudo aquilo que lhe faz bem, que lhe agrada e que você toma pra si é precioso, logo isso torna-se uma coisa doentia, vemos motivos de onde não existe nada e quando existe não notamos os sinais. 
Nunca deixe de amar-se, mesmo que a balança mostre um peso que você não quer, mesmo que o espelho reflita um semblante cansado, esqueça tudo o que você já leu em matérias de auto-ajuda e beije-se, ame-se e aprenda a valorizar-se, nada mais digno do que um banho de você para seu ego nunca ficar baixo.

Ao menos notei isso, usei algumas coisas é claro e o resultado vem a longo prazo, ainda sou movido á base do "tem dias" deixo meu humor falar por mim, o que não é tão ruim, mas estou evoluindo como pessoa, e estou querendo tomar uma dose exagerada de atitude, quando fizer isso, direi qual a sensação de estar tomado por uma força maior, melhor e direta. 

Não deixe para amanhã o que foi pedido pra fazer semana passada - isso é literalmente para mim. Um beijo e fiquem bem.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013 0 Diz ai!

Apenas para um "olá"

2013 chegou, aquela vontade de mudança, radicalizar atitudes, aproveitar momentos, estar ao lado de pessoas especiais e importantes também, levei falta em alguns pontos, porém sinto-me feliz em poder já começar o ano com tudo o que tenho direito, e minhas ideias não param de surgir, outras vontades também.

Essa fome de mudança dá-se ao fato da novidade, do ato de zerar os contadores, já prevendo como será algumas áreas de emoções, apostando na sorte na maioria dos casos e renovando minha fé todos os dias. Descomplicando a vida e complicando emoções. Nunca me vi tão paralelo a situações corriqueiras, meio aéreo diria, porém estou focado em novas metas. Desejo que o ano de vocês seja proveitoso em todos os sentidos, chega de solidão, desânimo, falta de amor próprio, chega de descompasso na vida, vamos evoluir amigos, vamos ser felizes, vamos fazer dos pequenos momentos, grandiosas oportunidades. Façamos nossa felicidade sem ter que dedicar cada alegria a uma única pessoa e se for pra dedicar, que a pessoa seja você. Fiquem bem, fiquem tranquilo, fiquem felizes. 
terça-feira, 25 de dezembro de 2012 0 Diz ai!

Trata-se de atitudes.

Queria começar esse texto fazendo uma retrospectiva do que vivi esse ano, das coisas boas e ruins que eu vivenciei, essa coisa de celebrar e aprender com os erros, mas como isso é uma coisa diária, vamos deixar isso para o aplicativo do #Facebook, que destaca as vinte coisas mais bacanas do seu ano (o resto é balela, risos) Mas queria mesmo escrever algo sobre esse ano, e levando ainda nessa pegada de sentimentos e provações, acabei lendo um desses textos que ninguém assina com medo ou receio da rejeição cultural:


"Meninos dão bombons, homens dão segurança. Meninos mandam mensagens, homens ligam. Meninos falam, homens conversam. Meninos ignoram quando estão com os amigos, homens apresentam. Meninos brigam com os caras que chegam em você, homens apenas abraçam mostrando com quem você está. Meninos avisam baladas, homens te buscam pra festa. Meninos não pedem desculpas, homens te reconquistam TODOS OS DIAS"


Tenho cá minhas duvidas a respeito desse texto, é uma coisa fofa para ler, porém na prática a coisa não é bem assim, vejo por outro lado, tomo isso como maturidade, sabedoria em apreciar o que te satisfaz e proteger aquilo que se deseja. Passei oito messes desse ano numa balança de sentimentos, culpas, entregas, degustações e limitações, não consegui balancear as coisas, sempre eu exagerava nos cuidados ou relaxava no desapego, a sensação que sinto é a mesma de fazer parte de um relacionamento onde tudo o que você possa imaginar já caiu numa rotina sem igual, não tenho mais aquela vontade de surpreender com uma novidade, já não aceito ou faço declarações de amor porque o amor está morno, e só compreende o que de fato é declaração de amor, quem sente-se amado. 

Uma coisa que ouvi outro dia, e disso nunca esquecerei é que: A certeza de saber que alguém te ama, dá a ela o direito de pensar quem já tem total domínio sobre seu coração. Achei a coisa mais tola desde que mudaram o roteirista de " A grande família" como assim alguém vai colocar-te rédeas e fazer e acontecer e você aceitar tudo? Só se isso fizer parte de alguma fantasia masoquista, porque no meu mundo o amor, o carinho a atenção tem que ser na mesma proporção, isso inclui cuidados e ciumes que não adianta negar, todos sentimos doses cavalares de cada sentimento no momento certo ou oportuno. Isso só me fez crescer, aprendi sofrendo, mas aprendi que não é assim que a banda toca. 

Outro fato importante é que por mais limitações que eu tenha e por mais grilado que eu seja com alguma coisa, é melhor ficar calado do que externar aquilo que tenho grande mágoa ou vergonha, as pessoas usam isso a favor delas. E voltando as comparações, vejo tudo isso como questão de maturidade mesmo, hoje posso dizer com experiência na área que já vi jovens de atitudes e pessoas maduras comedidas, cercadas de medos, travas, manias e a incapacidade de ser fiel a quem se gosta. Vejo idade como números que servem para mostrar que o tempo não para, que temos que passar por situações, reviver quando preciso e colher os frutos daquilo que plantamos. Apenas isso. Logo e assim, quero que o ano que está chegando, traga-me sanidade mental, fortalecimento, saúde, sucesso e muita sabedoria para poder lhe dar com pessoas e situações. Cada ano ganho mais experiência de vida e sei separar isso da idade.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012 0 Diz ai!

Leio, logo existo.

E pensando nisso cheguei a real conclusão que preciso ler desesperadamente para não cair numa rotina insana, tenho que ler, assistir os videos de alguns escritores que estão expondo suas ideias de outras maneiras e filtrar aquilo que gosto, aquilo que eu preciso e aliviar o estres dos dias. Ao contrário dos outros dias, hoje sinto-me em paz comigo, com minhas ideias, minhas atitudes relaxei quando encontrei essa página aqui "Leio, logo existo." onde consegui ver a reunião de pensamentos, textos e frases que levantaram meu ânimo. E pensei: As pessoas deveriam ler mais, conversar mais e transbordar sua sabedoria.

Sim, na maioria das vezes pego-me pensando em como é bom sentar numa cafeteria, reunir os amigos que tem uma linha de pensamento diferente e falar sobre "50 tons de cinza" como foi bom assistir "Comer, rezar e amar" saber que a vitória de um time de futebol mobiliza bem mais que o lançamento de um livro e rir da vida, do acaso, das possibilidades, deixando del lado a garga pesada que é viver, ter problemas, resolver coisas lhe dar com pessoas, sofrer rejeições, fracassar num projeto, ser demitido... Coisas que consomem nossa alma, e usurpam nossa felicidade. 

Se bem que cada pessoa é feliz do seu jeito, amam incondicionalmente coisas que outras pessoas não ama, e é isso que faz o mundo ter um rendimento maior, poder escolher, fazer sem ter que dar explicações. E no meu caso é isso, ler liberta minhas tenções, não apenas vendo o lado do aprendizado, más filtrando outras opiniões, sabendo de situações, evoluindo com isso. 

Tinha um texto sobre situações que vive no fim de semana, nada bonito e verde bebê, quem dera, um texto que num futuro não muito distante, irei ler e reviver cada palavrinha, cada situação, cada decepção que não foram poucas, mas nos blogs que acompanho, as pessoas por lá estão sofrendo de certa maneira e para fazer diferente, e ainda bem que as pessoas compartilham o que preciso, cá estou satisfeito e usado uma espécie de película em tudo que vivi por esses dia. Ainda lendo algo de Paulo Coelho, ainda terminando um portfólio... Ainda pisando em ovos no amor. Beijos e poesias... Vinhos e chocolates, beijos e amasso. Fiquem bem. 
sábado, 1 de dezembro de 2012 0 Diz ai!

Preliminares.

Minha semana foi cheia, horários, lugares, pessoas, situações, descontrações e uma espécie de vazio, aquele vazio que sinto quando bem antes de dormir, ouço sua voz desejar-me uma boa noite, um bom sono, um bom descanso. Daí eu paro pra pensar no dia, ou no que irei fazer no dia seguinte, mesmo sem saber como será o amanhã, apenas planejo algo para não ficar tão aéreo no dia seguinte. Mas chega uma hora em que eu perco as estribeiras, meu coração grita por um excesso de carinho, sentir-se amado é tudo que eu mais quero, sim, tenho que creditar isso a você, essa semana soou de seus lábios, algumas frases que abalaram as estruturas, tenho que parar com esse sentimentalismo estranho, tenho que parar de perder a cabeça com minha imaginação corriqueira, tenho que fazer tanta coisa que depositei boa parte da minha felicidade a essa nossa necessidade de estarmos juntos, naquele grude, naquele amasso, naquele silencio que nossas mãos se falam, nossas bocas selam beijos e eu sinto uma coisa maior que o momento e bem menor que o amor, nada corporal, quem sabe seja o conjunto, e não posso esquecer de incluir nessa boa lista, as preliminares da nossa história, que hoje em dia não existe mais aquela intensidade que tínhamos, mudamos, mudamos tanto que o reflexo disso tudo, se encontra em meus olhos, na sua irritação, na minha falta de paciência e na sua ausência de atenção, cuidados, carinhos...

Eu não sei onde e quando deixamos as coisas tomarem esse rumo, não sei como é essa nossa relação, não se pode definir uma linha de sentimentos, baseados em ciumes, briguinhas e quando o famoso feedback. aparece, não tem como explicar o silêncio que é quebrado com um diálogo mais pesado, jogando na cara erros e defeitos, censurando atitudes, exibindo uma insatisfação, como somos complicados, já não sou de dar pausas, prefiro deixar a coisa para um sim ou não, e nessa confusão de atitudes, sempre temos um sim, uma continuidade de algo que não teve pausa, apenas teve um desentendimento, uma crise de ciumes, um desconforto matinal, tudo tão banal, porém queria que nosso romance fosse no estilo "Holly e Paul" em Breakfast at Tiffany's (Bonequinha de luxo) enquanto eu prezo uma aliança honesta, você curte uma liberdade momentânea. 

Más, daríamos certo como em todo bom "melodrama" 

Existe essa necessidade de reinventar-se, porém, sinto saudades das preliminares, de tudo que você fazia e hoje em dia o costume ficou, e essa falta, é o que me faz ficar diferente, ausente e inquieto. 

Vinhos e chocolates, é o que tem pra hoje, nada melhor do que digerir tudo isso com algo que eu gosto!



sexta-feira, 30 de novembro de 2012 0 Diz ai!

Beirando os 30

Chega uma fase na vida de qualquer pessoa que estabilidade torna-se bem mais importante do que sentir-se desejado(a) por onde passa, essa coisa de ganhar olhares não é mais o foco que gera emoções, vejo algo entre o amor e a cumplicidade entre duas pessoas. Sim, por um ou outro motivo, pensei nisso agora pouco.

Passamos a vida buscando encontrar nossa metade, nossa "alma gêmea" e como numa espécie de peneira imaginária, vamos "peneirando" pessoas, colhendo o que de bom elas tem a nos oferecer, ensinando e aprendendo coisas, ganhando confiança e deixando partir, e a cada despedida essa pessoa deixa em nós, fragmentos fortes que vão anexando em nossa personalidade, modificando aos poucos e tornando-nos mais exigentes, comedidos, cauteloso, pegajosos, intimidados e uma garga extra que vai variando de pessoa pra pessoa. Já não sei quantas vezes mudei meu discurso de reprovação depois de um mal entendido e que diante a um pedido de desculpas sincero eu recuava e guardava no meu íntimo tudo aquilo que queria dizer, esse controle que vem com o tempo, toda serenidade tem um limite, ninguém aguenta ofensas e estouros calados, chaga a hora em que temos que por em pratos limpos, todos os assuntos que sempre sentimos vontade de falar, só faltava coragem para dar o primeiro passo.

E a vida segue, um dia feliz, outro nem tanto, mas a verdade absoluta é que ninguém quer ser feliz sozinho, todos queremos alguém para suprir nossas necessidades, para sentirmos mais importante e fazer falta na vida de alguém, mais não é qualquer pessoa que mereça isso, sim, quando você menos espera, é chegado o momento que você exige exclusividade,  nem falo de "casamento" porque essa palavra tem um peso  maior que a quantidade de letras, quando amor acontece ele não chega sozinho, com ele vem o ciume, a proteção, a satisfação, os prazeres, as modificações, e quando sentimos que temos tudo isso, é sinal de que o amor que foi o primeiro a ser citado, agora é que se faz presente, agora é ele que domina a nossa razão, e passamos a ser dependentes daquela pessoa, no sentido emocional da coisa é claro. E é nesse instante que você ouve o estalo, e desperta pra realidade, e você quer tudo isso, você fez por merecer viver cada momento bom, cada situação complicada, cada situação resolvida, e a falta dessa segurança causa esse buraco no coração, ou essa necessidade de ouvir com todas as letras e com o eco que o coração produz um: EU TE AMO sincero, honesto, gratuito, gentilmente oferecido. 

E a maturidade encarrega-se de conduzir as coisas, você depara-se com a ausência dos cinco minutos de preocupação, da estabilidade física e mental do outro, e você permite-se a viver isso. Não é fácil chegar nesse nível da vida, os atropelos e limitações são muitos, também não é uma regra você só para pra ser único na vida de alguém depois de ter dormido com a cidade inteira. Cada caso é um caso e cada pessoa escolhe um estilo de vida, eu escolhi escolher-me primeiro, dar-me muito amor e amar cada pedaço de mim, ai sim, terei o privilégio de poder compartilhar tudo isso, más pelo que vejo, tá mais perto do que eu possa imaginar. 

Você tem metas na vida, sim, eu sei que tem, encaixe essa também, permita-se a isso e o resultado será intenso.
segunda-feira, 19 de novembro de 2012 0 Diz ai!

You, it's you and me

Nem sempre é num café no fim da tarde que eu paro para refletir erros e acertos da minha vida, divago meus momentos em qualquer turno do dia, em qualquer alteração de humor, em alguma situação nova que apresenta-se diferente, perturbando meu alicerce e criando novas atitudes, novos hábitos, essas coisas que geram o momento.

Entre uma taça de vinho e uma mordida no chocolate, peguei-me ouvindo Placebo, recordo um passado não tão distante, lembrando e lamentando como teria sido se eu não fosse tão "sentimentalista" tão agridoce, tão repulsivo, se eu não fosse tão "eu", e vejo que de alguns anos para cá, mudei tanto, tornei-me alguém melhor, sem viver um drama ímpar que ganhe o troféu de modificador do ano, os "muitos" que vivi, compõe esse todo que eu sou e é interessante analisar isso, ver o quanto podemos vencer nos pequenos obstáculos que a vida joga. E no sentimento que brota todos os dias, veio-me essa vontade perturbadora de querer saber onde estou "pisando" analisando que ás vezes um passo que dou ao seu encontro geram quatro distanciando-me do que eu realmente quero, e nesse vendaval de emoções, resta-me algumas verdades absolutas, coisas que por mais nobre que parecem, ao teus olhos passam a forma mais agressiva do ato.

Parei com muita coisa, depois que eu percebi que esse "lance" é assim: Você, e bem depois de uma série de ocupações, frustrações, distanciamento é que vem o você e eu, sim, sempre você á frente de tudo, e eu como um antagonista de minha própria vida e escolhas, sabendo que você foi uma escolha e não alternativa, nunca lhe tratei como tal, renunciei coisas que hoje posso enumerar e sem ter um arrependimento maior, arrependo-me de segurar tua mão e correr para esse lago abstrato em que me encontro. Cada dia uma nova (NOVA) situação, cada passo errado uma lacuna maior se forma em nosso meio, esse mesmo meio que divido com você e sua porção X de amigos, fiéis de brigas e defesas.

E tinha esquecido-me o quão bom é ser como eu sou, sim, gosto das minhas particularidades, desse meu mundo ou universo particular que só eu me vejo, que só eu me basto, que só eu me agrado.  E sem dar-te o direito de ter causado esse maremoto em minha vida emocional, vejo bem que fui eu a pessoa que acreditou e idealizou uma pessoa que você nunca poderá ser, você é do tipo sem medidas, sem freios e de muitas alterações, não posso competir com isso, seria injusto, seria mais uma ideia banal dessa minha mente viajante.

Recolho-me no direito de não ter mais que importa com o que você venha ou deixou de fazer, é bom reconhecer os nossos erros, saber quando pesamos na vida de alguém, mesmo que você queira isso, queira quem sabe tripudiar mais ainda do que já tem, eu jogo a minha toalha e sentado no piso do meu quarto, saboreando um vinho de marca duvidosa e sabendo das calorias adquiridas nessa barra de chocolate, embriagando-me com as musicas do Placebo  jogo a toalha mesmo e recolhe-me na minha total insuficiência. 
sexta-feira, 16 de novembro de 2012 0 Diz ai!

Rendo-me aos meus sentimentos, meus!



Sentia minhas pernas tremendo, coração acelerado, meus olhos miravam para todos os lados, esperando ver você surgir de qualquer parte, seu jeito de caminhar apressado me instigava, sua altura perfeita, a sincronia nas mãos, um abraço, um olhar de satisfação e naquele instante, comecei a me apaixonar por você, era como se fosse a primeira vez que me apaixonava, me esqueci de como era sentir essas emoções, quase mudo, pouco conversei, souber ser aquele ouvinte sereno, algumas gargalhadas e nessa brincadeira de adolescente, já passamos dos seis meses de namoro, no segundo dia já fui apresentado como "meu namorado" e o turbilhão de emoções só fazia crescer, fui descobrindo suas particularidades, suas manias, dedicando-me a ser a pessoa que você deveria contar em qualquer situação de sua vida. Além de namorado, queria ser lembrado como o fiel amigo... Tudo balela, muita balela pra pouca ocasião.

Gostar de você foi fácil, complicado está sendo te redescobrir, sentir falta daquilo que os populares chamam de "flores iniciais" deparo-me agora com os espinhos, sua indiferença e seus mistérios que querendo, acadei a descobrir, descobri não foi tão complicado quanto ao fato de você omitir as verdades absolutas que eu já sabia, só queria uma confirmação honesta, uma explicação fútil. Qualquer coisa que eu voltasse a sentir que mesmo não estando todos os dias ao teu lado, meu coração inquieto, poderia sossegar sabendo que naquele coração seu, agora já não tem espaço para um novo amor, meu coração cheio e repleto de carinho estava seguro de que ali, naquele seu peito macio ele estaria seguro. Mais balela!

Não, não estamos apenas de crises sociais, as crises emocionais pouco comentadas na mídia só visam a indiferença  uma separação repentina e uma reconciliação tola, juras de amor sem nexo e passado isso, tudo volta a ter a forma degradante das emoções, não que mais nada me agrada em você, mais forma seus costumes que deixaram-me assim, centrado em cada indiferença e quando sou eu que faço coisas, se tivesse uma penalidade para quem se importa de mais com se ama, eu estaria pagando caro ás vezes que deduzi e acertei em cheio nas desconfianças. Achei uma infantilidade da minha parte tratar-te como te tratei, maturidade bacana é chegar, sentar e dialogar sobre nossas aflições, e olha que eu tentei, por inúmeras vezes, mais você se esquiva de tudo, como se seu passado não refletisse em seu presente e abalasse tudo aquilo que você ajudou a construir.

Cansei de carregar pesos e erros, de vestir a capa de ciumento e inconveniente  se você soube ganhar-me com todo seu cuidado, carinho e atenção, digo-lhe que já me perde com a indiferença, com as pequenas mentiras, com o jeito frio de não saber conversar o que se passa, com tudo aquilo que já faz falta... Enojo-me  por isso, fiz um esforço hercúleo em vão, da minha parte existe uma mágoa, no dia que fui munido de coragem para dar um fim nessa história toda, você soube de uma maneira tranquila, expor alguns motivos que travaram minha decisão "não me deixe não, por favor" só queria saber que parte desse pedido existiu uma dose de verdade, sim, eu gostaria de saber onde e com quem eu estou namorando? Até quando mais mistérios? Até quando mais situações estressantes? E de pensar que quando "reclamei" da sua falta de atenção comigo você falou que " há... no início eu marcava mais em cima porque tinha muito medo de perder... más agora você me pertence" Não, não é bem assim que a coisa funciona, gosto dessa coisa da entrega, gosto de saber que alguém se importa comigo de verdade, que nem que seja em algum momento do dia você pare, pense... e imagine como estou, o que estou fazendo, quem está comigo... Mais pensando bem, isso é pedir muito, já que agora tenho sua nova personalidade para desvendar, posso não me dar ao luxo de não querer passar por isso, e não quero, não que eu seja fraco, mais porque existe em mim, aquele amor próprio, sim, amo-me bem mais que a você, é claro que eu não me basto, mais posso conviver com a solidão, até que o ciclo passe e em meio a novos caminhos, quem sabe exista um novo cruzamento, uma nova pessoa, uma nova situação. É um risco que estou disposto a passar!
quarta-feira, 14 de novembro de 2012 0 Diz ai!

Quando eu me encontrar.

Os dias e suas situações, mudei tanto nas atitudes que acabei perdendo-me nesse percurso louco e minúsculo da minha vida, mas o fato é: Perdi minha identidade social. Como foi que eu deixei isso acontecer? Acho que foi quando parei de viver minha vida e comecei a absorver a sua, suas manias, seu gosto musical, suas rompantes estranhas, mesmo sabendo que já tenho uma carga razoável, mais acabei tornando-me parte dessa sua vida louca. E que louca é sua vida.

Uma vez li em algum post do Facebook de alguém que não devemos mudar por ninguém, quem sabe melhorar alguma coisa para facilitar o convívio, banal pensar nisso, mais é uma solução cogitada, algo como desprendimento de alguns hábitos  o engajamento de novas rotinas, essa troca mutua para fazer uma personalidade em conjunto. Mais não é fácil, o caminho é árduo, tem a parte da doação que também tem que ser uma coisa reciproca e hoje em dia,é  nesse barco que eu queria que você estivesse, tolice a minha, eu quem remava sozinho, fiz um esforço inútil, não sei quando e como deixei que a correnteza levasse o nosso barquinho direto para a cachoeira. Mais ele foi, não muito tranquilo, e em queda livre, soltamos nossas mãos e a coisa desandou. Minha personalidade ou aquilo que podemos chamar de "nosso eu" foi junto. 

Nunca me vi tão amargo e inquieto como me vejo hoje, sim, pensar em não ter mais que mapear seus passos dá uma angustia maior, um vazio necessário que eu sempre nutria por qualquer pessoa, aquele desprendimento básico que faz a coisa manter uma certa harmonia. Assim, nem uso muito isso no geral, porque cada pessoa tem um jeito particular de lhe dar com qualquer situação e no meu caso que é um dos mais perdidos, sou eu a parte romântica e quem gosta de fazer a base firme na relação. E como tantas bases que sustentaram grandes monumentos nessa vida, sinto-me sujo, pichado, cheio de poeira, buracos, lixo e o acumulo de lamentações escritas com carvão por toda base. 

Sim, é exatamente assim que vejo-me nesse momento, a vaidade não é a mesma, as prioridades são outras, dos meus sonhos, que são muitos, ainda abri espaço para os nossos sonhos e planos conjuntos, pensei num futuro sem almejar o presente, sei lá, fiz aquilo que o coração bobo pedia, aquela parte da doação que você não sente o quanto está doando-se, e não, não teve um fim, nem pausas, mais teve esse sopro de verdade, essa olhada no espelho ara eu ver meu reflexo cansado, abatido e desprendido. 

Volte logo ao que você é Joselito! Essa frase me persegue todo instante, e eu vou voltar, sim, porque gosto bem mais quando eu posso ser quem eu sou, fazer o que gosto e quando quero. Não ter que atribuir minha felicidade ao seu humor inconstante. Vou começar pelas beiradas assim como qualquer outra pessoa, os primeiros passos já estão sendo dados e vou ver o que acontece, vou ver se me encontro, mais estou vendo isso devagar, assim como também deixei de ser e fazer!

Cansado, porém renovando tudo aquilo que está sujo e já não me serve!
quarta-feira, 7 de novembro de 2012 0 Diz ai!

Norte - Isabella Taviani

Mais uma dica super bacana amigos, para quem gosta de uma novidade ou para quem nunca ouviu a cantora deixo essa dica, super bacana, esse cd veio no momento impar em minha vida... As melodias + as letras, caramba... Não poderia pensar diferente.... Segue o link caso desejem baixar. 





Lamento dizer, mas quando a chuva passar 
Eu devo partir 
É triste ter que deixar você por aqui 
Guardada nas palavras 

Lamento informar, devemos nos retirar 
De onde isso vem? 
Um cheiro particular de se querer bem 
Um tal bem estar 
Tempo quente 
Nossos corpos começando a queima

Tua carne trepidando 
Não me pode encostar 
Não há calma, não há pressa 
Confusão que me deu 
Tudo em você me interessa 
É mais forte que eu 

Lamento porque 
Depois de se apresentar 
O tal do prazer 
Difícil é controlar 
O eu em você 
A razão e o querer 
Quisera ser forte 
Fugir pro sul quando o norte 
Invadiu meu quarto 

Deixou na pele seu rastro 
Quisera sair do seu forte abraço 
Teu cabelo, teu pescoço 
Quem me arranca daqui? 
Tua boca um esboço do que vem por ai 
Minha cara, que surpresa 
Temos que admitir 
Só nos resta a certeza 

É amor isso aqui 
Quando eu quiser, queira 
Quando eu puder, queima 
Quando eu entrar 
Deixa eu ficar
 
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