segunda-feira, 10 de janeiro de 2011 0 Diz ai!

Sobre mudanças!

E tudo é um processo, cada coisa bem pensada, algumas pessoas gostam de mudar o corte do cabelo, ou querem engordar, outras vivem brigando com a balança e assim a lista cresce. Mas quando se fala na personalidade a coisa fica estranha. Mas para mim é algo tão natural. Faz parte da evolução da mente.
Quando crianças, as mudanças servem para inibir os medos, tomamos uma injeção de força para ficar na escola, aceitar a babá, parar de comer detergente e outras coisas bizarras. Na adolescência  a onda é fazer onda, criar uma gíria, ser líder de alguma turma que julgamos ser os tais. Mas quando se chega aos 25, tudo se torna bem menos, não necessariamente nessa ordem, mas acontece. 
Passamos a definir uma marca, caracterizamos uma personalidade pelo jeito que falamos, rimos, pensamos, abordamos as novas amizades e seguimos com um amor. Tudo muito particular. Mas quando aderimos a massa, a coisa fica braba! 
Tem gente que segue os passos de uma pessoa não só apenas no Twitter, mas querem ser uma cópia perfeita. Copiar uma gíria, imitar a maneira como uma pessoa fala não quer dizer que você esteja mudando, mas sim copiando algo em alguém que você julga descolada, divertida... Meras cópias circulam por ai.
Bom mesmo é ter sua marca, dar esse gostinho para quem te inveja, quando eu falo em mudar, não é radicalizar sua maneira de ser, mas evoluir pequenos pontos que precisam ser melhorados.Tem gente que tem um ar meio depressivo, outras que não levam nada a sério, gente que não liga para nada e assim fica difícil lhe dar com isso. Esses pontinhos chatos são os que merecem uma atenção especial. Pensei nisso mais cedo, resolvi mudar uma coisa aqui, outra alí, melhorar minha postura, ser menos ouvinte e falar mais sobre o que eu penso. Tenho esse habito de moldar como água, na tentativa de ser aceito, na tentativa de conquistar tudo em vão, usar uma bandeirinha simbolizando qualquer coisa não significa  que eu esteja cem por cento a favor disso ou aquilo, fazendo isso estarei usando uma máscara frajuta. Sou meio estranho, um aquariano complicado de lhe dar. De inicio tenho sei lá o que, meio cativante, meio conversador e agora um tagarela de marca maior. Sem um motivo concreto quero apenas externar mais o que eu penso. Essa é uma das mudanças desse novo Eu
domingo, 9 de janeiro de 2011 0 Diz ai!

FDS - Casa!

Um fim de semana quase perfeito... Meu afeto está longe, a saudade bate á porta... Ai, ai... O que a distância não faz outra coisa faz parecido.

Mas o que é que deixá-me assim heim? tanta coisa, a novidade alegra-me, já tive outros "romances" assim, fato tive, mas o universo conspirava diferente, a idade e cabeça eram outras... Tudo muda num segundo, as pessoas começam a focar suas metas e quando percebemos estamos envolvidos, engolindo as palavras e atitudes como quem bebe água.
Mas não ligo muito para esse meu novo eu melhorado, meio estranho confesso, já ouvi dizerem que eu estou um tanto estranho, mas é de cada pessoa. 
No mais, bom fim de semana, forte abraço a todos e fiquem bem.
sábado, 8 de janeiro de 2011 0 Diz ai!

Sobre quando me tornei amargo.

Gosto de chuva, dia frio e bala de café, odeio lugares cheios, pessoas falsas e palavras ditas sem pensar. Alguém pode comigo? Nem eu mesmo. Por favor, nem tente dizer que isso é tão normal, vai ver você esteja passando por um periodo ruim de sua vida ou coisa do tipo, isso não cola mais comigo. O lance agora é bem sério, as idas e vindas do amor, deixaram marcas que o tempo não quer apagar. Começando em não começar direito, nunca me entregar por inteiro ou fazer de cada momento a coisa mais linda do mundo. Quem inventou a frase "decepção não mata, mas ensina a viver" deveria estar drogado ou algo parecido. Minha nossa quem vivi numa total fossa?
Nem eu sei a resposta, mas sou fã do tempo por isso, mudamos, se acertamos ou não isso não vem ao caso. O gosto amargo se deu a uma pessoa que tentei ingerir, de uma maneira  absurda, tornei-me dependente de um carinho que nunca tive, usei de minha fragilidade para agarrar-me com força total numa paixão doentia e sem base. Mas o que eu poderia esperar de um coração bem bandido? Nada não é mesmo. Dizer que eu era doce e os escambal  poderia ser uma maneira de rolar uma análise por aqui. Mas a coisa não é bem assim.
No guia prático de paqueras, aprendemos que devemos ser honestos com nossos sentimentos, falar o que se pensa, melhorar o que deve ser melhorado e dai é só curtir os benefícios de uma vida plena, regada de felicidade e beijo na boca. Mas isso nunca funcionou comigo. Doação de amor, não se encontra numa esquina, respeitar limites se torna fundamental. Abrir mão de algumas manias também, mas para muitos isso é um preço bem alto. Eu não, nem sou de ter mil manias, conversando tudo se entende e assim está bom.
Mas travei-me para o real, se rolar uma vontade que seja uma vontade, vai passar, superarei mais essa e assim caminho com meus planinhos de fundo de quintal. Ninguém quer viver um romance baseado em regras. Regras são chatas. Rolando uma fidelidade, uma cumplicidade na cama e quebrando com jeitinho alguns tabús quem sabe a coisa dê certo.
Mas depois de viver algo parecido e ter decepcionando-me amargamente, comecei a curtir a coisa, subjugar as palavras, desdenhar sentimentos e não acreditar no amor e sua base forte. Passei a viver a coisa, sem esperar muito, sem ter medo de dizer que já deu, dizer não, não  doi mais. E fui levando esse novo eu como quem queira não mais acreditar em nada. Restando-me meia dúzia de carinhos para partilhar.
Mas la vem o tempo, trazendo pessoas e momentos, fazendo-me engolir esses hábitos arcaicos renovando a cota de carinhos, enchendo-me de emoções sinceras. Acho que esse ano, tomarei uma dose cavalar de carinhos, aflorarei meus sentimentos e saberei conversar mais, ouvir na mesma proporção e quem sabe brindar um futuro bonito.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011 1 Diz ai!

Saudade.

Palavras Perdidas

Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença. Mas às vezes a saudade é tão profunda que a presença é pouco: quer-se absorver a outra pessoa toda. Essa vontade de um ser o outro para uma unificação inteira é um dos sentimentos mais urgentes que se tem na vida.

by Clarice Lispector

 

E a gora sentimentos! Eu sei, quem diria que eu iria desfrutar dessa felicidades? Se existe alguém feliz em sentir saudades essa pessoa sou eu. Sim, saudades da voz, do toque, da conversa… Um resumo bacana de coisa que fazemos juntos. Nada ligado a melancolia, mas a necessidade mesmo dessas coisas que falei. Uma vez lendo um livro do Paulo Coelho (recomendo – Verônica decide morrer) fiquei meio satisfeito com o que li, mas temeroso por passar pelo ocorrido um dia. Tudo bem que o final do livro é surpreendente, mas ficção foge um tanto assim da realidade. Mas estou falando de emoções, sim a saudade é a manifestação de todos os desejos reunidos. Atire a primeira pedra quem nunca sentiu saudade, seja da infância tranquila ou de um amor perdido do tempo, as pessoas vivenciam isso, e minha nossa eu estou passando por isso, estou adorando sentir falta, sentir desejo de saber noticias, mesmo quando um telefonem resolve quase tudo, e nem esse eu posso… Mas quem é você e o que ele fez com aquele Joselito? Melhorou, ou aflorou os reais sentimentos guardados ou perdidos pelo tempo.

A pior maneira de lhe dar com isso é não ter uma noticia se quer, mas eu tenho, todos os dias, meu afeto… Nosso afeto só cresce e toma foram, ganha nome, pode ser que seja meu engano, ou nosso engano, mas estou num momento bacana de minha vida que isso não me fará sofrer, mas somar qualquer coisa. A todo custo? Não, ainda tenho minhas limitações, ganhando uma nova liberdade, um brilho novo no olhar ou coisas que as pessoas costumam notar.

E esse post? Liberdade, escolha, vontade, um desejo intenso de dizer que estou vivendo, estou aprendendo, descobrindo-me, permitindo-em e acima de tudo, usufruindo da minha vida. Sem falar que estou engolindo velhos hábitos, e cuspindo novos costumes. Esse sou eu, meio sem jeito, imprevisível, mas na maioria do tempo, uma pessoa especial de se lhe dar.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011 2 Diz ai!

Quem ele pensa que é?

Nem ele ao menos sabe, uma pista um sinal, qualquer coisa para sinalizar essa pessoa em que ele está se tornando á cada dia. Mas de uma coisa ele tem total certeza: Mudanças apenas para a melhor. Se ele sente-se seguro? Não mesmo. Ele vive num oceano, em seu pequeno barquinho, com medo de tubarões e navios luxuosos.

A parte boa da coisa é que e sabe que esse perigo o ajuda a evoluir em tudo e qualquer coisa. mas o velho hábito de ouvir uma musica e determinar aquele momento continua, desta vez um trecho, ele curte essas paradas como ninguém.

Um voto ai para Belle and Sebastina e sua Funny Little Frog… Muito fofa:

Você é minha foto na parede
Você é minha visão no corredor
Você é com quem eu converso
Quando eu volto do meu trabalho
Você é minha garota e você nem sabe
Eu estou vivendo na vida de um poeta
Eu sou o bobo na corte antiga
E você é o sapinho engraçado em minha garganta

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011 0 Diz ai!

Inicio do jogo.

Então ele celebrou a chegada do novo ano, brindou a felicidade de poder levantar a taça dar aquele sorriso de satisfação. E mais um ano chegou, com ele projetos futuros, coisas negativas e positivas para acontecer. O medo de não saber o que fazer, a alegria de saber que surpresas existem e a tranqüilidade de poder contar sempre com amigos para tudo isso.

Logo ele se viu preparado para enfrentar tudo isso sem medo. Agora ele fez a coisa se tornar real, já teve o contato, o tato perfeito, o sabor sem igual, a linguagem dos lábios foi falada, tem coisas que só passando para poder dizer se é bom ou não. Do contrário das outras vezes, ele não fantasiou o beijo, ou como seria a abordagem, ele apenas deixou a coisa fugir. Ao natural se torna marcante.

Agora ele sente-se feliz, não necessariamente por um único momento, mas todos os acontecimentos fizeram desses um todo, cada coisa deixou-o feliz.

Ele confidenciou ao espelho essas alegrias, na esperança de poder ser assim ao longo do ano!

 
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